
Case: Como Esta Escola Pública Atendeu 800 Alunos com 4 Bebedouros
28/05/2026
Veja como uma indústria de SP reduziu 70% do gasto com água ao trocar galões por bebedouros industriais. Case real.

Este case de sucesso com bebedouro industrial mostra como uma metalúrgica do ABC Paulista reduziu 70% dos custos com água ao substituir galões por bebedouros industriais de ponto de uso. Em menos de 12 meses, a empresa eliminou desperdício, ganhou conformidade com a NR-24 e transformou completamente sua gestão hídrica.
A empresa — uma metalúrgica de médio porte localizada no ABC Paulista, São Paulo — contava com cerca de 120 funcionários distribuídos em três turnos. O abastecimento de água potável era feito exclusivamente por galões de 20 litros, modelo considerado "prático" pela gestão até que uma análise detalhada revelasse os custos reais.
Em 2024, o gerente de facilities iniciou um levantamento dos gastos com água. O resultado foi surpreendente: a empresa consumia em média 80 galões por mês, com custo unitário de R$ 22,00 (incluindo frete e taxa de higienização), totalizando R$ 1.760,00 mensais — apenas com os galões.
Além do custo direto, havia fatores ocultos: o tempo dos colaboradores para trocar os recipientes, o espaço de almoxarifado ocupado, e o risco de contaminação por armazenamento inadequado. Nenhum desses itens entrava no orçamento formal de facilities.
O modelo de galões apresentava múltiplos problemas estruturais que iam muito além do custo financeiro. A cada troca, um colaborador precisava mover um recipiente de 20 kg — gerando risco ergonômico documentado pelo SESMT. Em dias de pico de temperatura na linha de produção, o consumo triplicava e os galões acabavam antes da entrega programada.
A NR-24, norma do Ministério do Trabalho que regulamenta condições sanitárias nos ambientes de trabalho, exige que todo empregador garanta acesso a água potável a no máximo 150 metros de distância do posto de trabalho. Com galões concentrados apenas no refeitório, a empresa estava em desconformidade em pelo menos dois setores da planta.
Outro agravante era a qualidade da água. Galões armazenados em local inadequado ou trocados com atraso podem apresentar crescimento de microrganismos. Uma auditoria interna identificou recipientes em uso por mais de 5 dias sem substituição — situação incompatível com as exigências da NBR 13713.
De acordo com a NR-24, empresas com mais de 50 funcionários devem garantir ponto de água potável a no máximo 150 metros de qualquer posto de trabalho. O descumprimento pode gerar autuação com multas que superam R$ 6.000,00 por notificação.
O levantamento identificou três categorias de custos que não apareciam no orçamento direto de facilities:
Após comparar alternativas, a empresa optou por instalar bebedouros industriais de ponto de uso — modelos conectados diretamente à rede hidráulica com sistema de filtragem por carvão ativado e membranas certificadas. Foram instaladas 4 unidades distribuídas estrategicamente pela planta para atender os setores produtivos, o refeitório e os vestiários.
A escolha dos modelos levou em conta a certificação INMETRO e a conformidade com os critérios da NBR 13713, norma que estabelece os requisitos técnicos e sanitários para bebedouros. Os equipamentos selecionados possuíam também capacidade de refrigeração industrial, adequada ao ambiente quente e de alta demanda da linha de produção.
Para entender os diferentes formatos disponíveis no mercado, a equipe de facilities consultou um guia completo sobre tipos de bebedouro antes de fechar a especificação técnica. Para outras empresas em situação similar, a página de bebedouro para empresa detalha os critérios de dimensionamento por número de colaboradores e por tipo de ambiente.
Após 8 meses de operação com os bebedouros industriais, os resultados superaram as projeções iniciais. A redução no custo com água foi de exatamente 70%, passando de R$ 1.760,00 para R$ 528,00 mensais (referente apenas à manutenção preventiva e troca semestral de filtros). O payback completo dos equipamentos foi atingido em 7 meses.
A tabela abaixo apresenta a comparação completa entre os dois sistemas ao longo de 12 meses de operação:
| Indicador | Sistema de Galões | Bebedouros Industriais |
|---|---|---|
| Custo mensal | R$ 1.760,00 | R$ 528,00 |
| Custo anual | R$ 21.120,00 | R$ 6.336,00 |
| Economia anual | — | R$ 14.784,00 |
| Conformidade NR-24 | Parcial (apenas refeitório) | Total (4 pontos na planta) |
| Pontos de água disponíveis | 1 | 4 |
| Risco de falta de água | Alto (sujeito a falhas de entrega) | Baixo (alimentado pela rede) |
| Tempo de gestão por semana | 2 horas (colaborador dedicado) | 0 horas (manutenção semestral) |
A economia líquida no primeiro ano, já descontado o investimento nos equipamentos, foi de R$ 9.984,00. A partir do segundo ano, a economia plena chega a R$ 14.784,00 anuais — sem nenhuma alteração operacional adicional.
Este case evidencia que a troca do sistema de galão por bebedouro industrial é uma decisão estratégica de gestão — não apenas uma mudança de infraestrutura. Os ganhos vão além da economia financeira e incluem conformidade legal com a NR-24, redução de risco ergonômico, qualidade da água garantida pela filtragem certificada e eliminação de uma operação logística interna desnecessária.
Empresas que ainda operam com galões e desejam replicar esses resultados devem considerar os seguintes pontos antes de fazer a transição:
O padrão de economia entre 60% e 75% se repete em diferentes segmentos industriais quando o dimensionamento é feito corretamente. Para aprofundar o tema em outros tipos de ambiente, leia também o case de como uma escola pública com 800 alunos modernizou seu sistema de hidratação, e leia também o case de um hospital que adequou seus bebedouros às exigências da ANVISA e da RDC 275.
A substituição de galões por bebedouros industriais nesta metalúrgica do ABC Paulista demonstra que é possível reduzir drasticamente o custo com água sem comprometer a qualidade ou a conformidade regulatória. O investimento se pagou em 7 meses, e a empresa economiza R$ 14.784,00 por ano desde então — com zero risco de desabastecimento e plena conformidade com a NR-24.
Se sua empresa ainda depende de galões, este case mostra que a transição é viável, rápida e financeiramente vantajosa. A pergunta certa não é "vale a pena trocar?", mas "quanto estou deixando de economizar a cada mês que adie essa decisão?"
Para calcular a economia estimada para o seu negócio e conhecer os modelos homologados para uso industrial, consulte a página de bebedouro para empresa — com orientação técnica completa para dimensionamento correto e fornecedores qualificados.